Do tempo do guaraná de rolha
Há muito, quando eu era tão somente uma criança ranhenta e inocente, esse símbolo, para mim, era um singelo barquinho.
“Está chovendo, vou colocar/
meu barquinho de papel/
pra enxurrada levar/
Não sei pra onde vai/
Nem onde vai parar.
Talvez pare ali/
Talvez chegue ao mar/(bis)”
Tem certos momentos na vida que são tão bobos - e se tornam tão indispensáveis – que me transformaram no que hoje sou: um bobo. Mas que aprendeu a separar o que se parece, do que realmente é.



