Cartão e sacanagem sem limites
Na Veja da semana passada - e que agora já rende debates e matérias em outros veículos -, há o destaque para a gastança com aquele tal de cartão corporativo que o Governo delega a todos os ministros e sei lá mais a quem apadrinhar.
A gastadora do mês é a ministra especial Matilde Ribeiro, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.
O extrato:
126 000 reais - aluguel de carros (a pé não se faz igualdade)
35 700 reais - hotéis e resorts (os sem-teto querem igualdade)
4 500 reais - bares, restaurantes e até padaria (comida chinesa, culinária árabe, cozinha italiana... tudo pela igualdade)
460 reais - free shop (vide enquete)
4 800 reais - despesas diversas (as igualdades são várias)
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171 500 reais - total
O que uma ministra vai fazer num free shop a serviço do Governo?
a) Comprar bala de caramelo para distribuir entre os cidadãos menos favorecidos.
b) Estava só usando o seu bolsa-Vuitton.
c) “Pelos céus que eu pensei que era o cartão das Casas Bahia”.
d) Pois agora, abençoado?
O maior mistério disso tudo não é nem ralacionado aos gastos, é saber o que diabos! faz um ministro de políticas de promoção da igualdade racial.
A conferir.


