Os “se achões” e outras coisas completamente dispensáveis
Não é a reinvenção da roda, mas vá lá... Algum parente meu certa vez disse que quem muito se acha acaba se perdendo. Desde então evito conviver com gente que necessite de duas portas para acessar os lugares por onde vai: uma para si e outra para o ego.
Não há nada mais detestável que alguém “se achão”. Não há nada mais dispensável que pessoas que se consideram indispensáveis.
Por exemplo eu. Recebi uma mensagem de Natal do Paulo Coelho e nem comentei com ninguém.
Ombudsman: essas mensagens são automáticas. Tipo o “bom dia” da atendente de telemarketing. Prossiga.
Ah, esquece. Saudades mesmo é do tempo da carta escrita a mão. Pelo menos era mais trabalhoso fazer spam com aquilo.
Ombudsman: é.


